4.8.09

I Feira de Artesanato Urbano, Póvoa de Varzim.

Efemeridades Quotidianas

Não fumo à mais ou menos um ano* ( nunca fui boa para datas), o meu corpo resolveu comemorar o momento atirando-me para cama com uma tosse que faz com que pareça que me vou partir toda.
No meio de tanto xarope, mel, e chá disto e aquilo, restam-me as manhãs de Jazz que o J. inventou para me aconchegar na minha rouquidão.

*festas raras e bebedeiras esporádicas não contam.. :s

7.7.09

25.6.09

Embaraços


Trabalho o poema sobre uma hipótese: o amor
que se despeja no copo da vida, até meio, como se
o pudéssemos beber de um trago.

Poema: Plano, Nuno Júdice
Fotografia: Edouard Boubat

24.6.09

We Are The People



Empire of the Sun

Bárbara

23.6.09

Devaneios XXXV

Leva-me assim no teu carrinho de compras. Para sempre.
Bárbara

21.6.09

Florian



Coco Rosie

4.6.09

Mesa de Cabeceira XVI

Marta sonhou, nessa noite, que Filiberto, esse saduceu, esse amalecita de coração incircuncioso, fugia com Benedita dentro de um caixote que vogava sozinho ao sabor das àguas do Reno. (...)

A Obra ao Negro, Marguerite Yourcenor

3.6.09

Gozos Caseiros

Filme: Profissão: Repórter, Michelangelo Antonioni

Bárbara

29.5.09

Devaneios XXXIV

Casei os anos!
Bárbara

25.5.09



4 Junho - Mercado Negro - Aveiro
5 Junho - Velha-a-Branca - Braga
6 Junho - Via Latina - Coimbra

Bárbara

12.5.09

Matem esta gata POR FAVOR!
Bárbara

4.5.09

17.4.09

Pausa

Dos caixotes amontoados ainda pela casa toda com as nossas vidas lá dentro, da falta que me fazes no dia-a-dia, do meu corpo estar pelo Porto e o meu coração em Lisboa, vai-se vivendo assim e ainda sem net por mais algum tempo.

Até já.

Bárbara

27.3.09

Efemeridades Quotidianas

Os meus dias são salvos pelas borboletas na barriga que se criam de cada vez que estamos juntos.
...já falta pouco... enganamos o tempo à espera de mais uma hora de contemplação.

Bárbara

19.3.09

Devaneios XXXIII


Hoje, beijo-me mais uma vez.
Bárbara

16.3.09


Se perguntarem por mim, digam: Anda em mudanças!


8.3.09

Idílio

Quando nós vamos ambos, de mãos dadas,
Colher nos vales lírios e boninas,
E galgamos de um fôlego as colinas
Do rocio da noite inda orvalhadas;

Ou vendo o mar, das ermas cumeadas,
Contemplamos as nuvens vespertinas,
Que parecem fantásticas ruínas
Ao longe no horizonte amontoadas;

Quantas vezes, de súbito, emudeces!
Não sei que luz no teu olhar flutua;
Sinto tremer-te a mão, e empalideces...

O vento e o mar murmuram orações
E a poesia das cousas se insinua
Lenta e amorosa em nossos corações.

Antero de Quental

Para J.M

;)



Do you wanna dance?