
Condenso a minha indefinição no teu ombro íntimo que se defronta com as juras e as fragilidades que vão para lá do amor.
Em ti, as amantes carícias perfumam adolescentemente as repentinas sensações, estas que se apegam aos meus desejos, outrora mais transparentes e macios como a minha saia de cetim.
O dia vai crescendo naquele florir que tento inventar e a noite surge apaixonadamente mais solitária deixando-se cair em pormenores relevantes. São estas noites que encolhem a nossa antologia menos deslumbrada que inocentemente desorganizei e que diluí a volúpia das nossas esperanças.
Em ti, as amantes carícias perfumam adolescentemente as repentinas sensações, estas que se apegam aos meus desejos, outrora mais transparentes e macios como a minha saia de cetim.
O dia vai crescendo naquele florir que tento inventar e a noite surge apaixonadamente mais solitária deixando-se cair em pormenores relevantes. São estas noites que encolhem a nossa antologia menos deslumbrada que inocentemente desorganizei e que diluí a volúpia das nossas esperanças.
As esperanças erram o futuro que se fixa para nós tão longe, tão longe que os sonhos perdem-se nesta viagem que roça as palavras passadas. São estas palavras que te envio, essas que por nunca mais terem sido ditas desapareceram no acaso dos teus lábios.
Abrigámos histórias que não cicatrizaram em nós e que teimam em vibrar com força mas sem sentido... quero regressar a ti naqueles dias transparentes que cintilam aquilo que verdadeiramente somos.
Abrigámos histórias que não cicatrizaram em nós e que teimam em vibrar com força mas sem sentido... quero regressar a ti naqueles dias transparentes que cintilam aquilo que verdadeiramente somos.
Imagem: A das noites em que me deixo ser raptada por ti.
Bárbara