28.7.08

Mito do eterno retorno III


Esconderijo VI

Os seus pés comovidos seguem agora sozinhos as estranhezas do percurso livre e sinuoso.
Imitam o desconhecido naquele jeito que desabotoou a noite e que parece querer tropeçar nos seus saltos de swing.
Cobrem-se de silêncios para se protegerem da chuva cheia de sons que pausadamente desmancham os sonhos e o tino.
Cantarolando os anseios da noite os seus pés aceleram e perguntam ao incógnito:- Como te chamas? Demoras muito a chegar?

Fotografia:Brassaï,Pessoas à chuva, 1935Bárbara
Post anteriomente publicado em 20-7-07

Mesa de cabeceira XII

Sanaaan Al-Gamali

O tempo deu uma pancada singular dento dele que o fez acordar. Dirigiu o olhar para a janela perto da cama e viu a cidade envolta em escuridão. O sono despojara-a de movimento e barulho como se permanecesse num silêncio repleto da calma cósmica.
Separou-se do corpo morno de Umm saad, levantou-se, e os seus pés afundaram-se no suave tapete persa. (...)

As noites das Mil e uma Noites, Naguib Mahfuz.

Bárbara

19.7.08

Volto já!


Vou andar de mota para outro manicómio.
Volto já!
Bárbara

18.7.08


Perdi a minha gargalhada de bruxa!
Bárbara



Resposta à ipsilone de hoje: "De que lado estás?" Dos DOIS.
Fotos: Leonard Cohen, Lou Reed




Aqui vende-se chá com muita amizade.
Bárbara

15.7.08

Tenho tudo, mas não tenho o mais importante, que é o mesmo que dizer:NÃO TENHO NADA!

Bárbara

14.7.08

Devaneios XXII

blog readability test

TV Reviews



Bárbara

:)

Efemeridades Quotidinanas

Parabéns papá! Sábado bebemos os dois umas caipirinhas, para o ano vou a Cuba contigo(eu mesma pago a viagem, esta é a boa notícia no teu dia de anos). Que faças da tua vida uma coisa sempre melhor, tal como tem acontecido. Ah! Obrigada pelo rock e pela bossa nova, e nada de preocupações com as minhas graduações sentimentais, a mama é uma exagerada.:))))

Esta vai ser de certeza a mensagem que vais ver primeiro, já que agora vens primeiro à net e só depois ligas o telemóvel (adivinhei?), como sei que és um leitor assíduo do meu blog...

Beijo, com amor.

Bárbara

13.7.08

Workshop Jazz

Coisas que melhoram as nossas vidas.

Efemeridades Quotidinanas

- Bárbara, anda me buscar que eu dou-te uma chicelete.
(passado umas horas)
- Tens caracóis?
- Tenho Mariana.
- São fofinhos. E o teu vestido é fofinho, mas eu tenho um de princesa.

(Mariana 4 anos!)

Bárbara

12.7.08

Auto- Retratos IV

Foto: Bárbara Pedrosa, Guardiãs de biblioteca, Junho, 2008

Green Grass



Cibelle
Composição:Tom Waits

11.7.08



Fuga para uma depressão anunciada!

Bárbara

Shine of the Dried Electric Leaves

Reconforta o coração.

Cibelle
Sofremos mais com as partidas da imaginação do que com as da realidade.

Bárbara

Mesa de cabeceira XI

Reparei que todos os manuscritos exibiam uma assinatura em forma de íbis egípcia de um homem de nome Berequias Zarco. Das datas inscritas junto da assinatura e das referências incluídas no texto, sabemos terem sido escritos no decurso de vinte e três anos, de 5267 a 5290 do calendário judeu, ou seja, de 1507 a 1530 da era cristã.
Na noite de 18 Julho de 1990 comecei a ler a sua obra.
O que encontrei consistia em seis tratados sobre vários aspectos da Cabala, a filosofia mística que a partir da Provença se propagou pela diáspora judaica no início da Idade Média e que tinha sobrevivido ao longo dos séculos seguintes tanto oralmente como por escrito. (...)
São vários breves relatos da matança que chegaram até a nós, incluindo um de Salomão Ben Verga referido por Berequias, e não pode haver dúvidas quanto à veracidade da Crónica de Berequias.
"O Ùltimo Cabalista de Lisboa", Richard Zimler

10.7.08

Estado da Nação

222 minutos de debate medíocre e desonesto.
Bárbara

Shoe

Devaneios XXI


Hoje fui a uma escola que mais parecia um castelo de cinco estrela :S...cheia de pequenos príncipes.


Foto: Day Dreaming Teacher

9.7.08

Efemeridades Quotidinanas



Estado: Altero-me com facilidade quando me dizem: - Tens de começar a sair!!
Quero andar de cara escondida, deixem-me por favor!
Bárbara
Se perguntarem por mim, digam: está a CRESCER!



Foto: " Dream of Alice" by xxANGeLiCFRuiTCaKExx
Quem lhe ensinou tudo isto Doutor?
A resposta veio, pronta:
O sofrimento.

Albert Camus, A Peste

8.7.08

?



Qual será a hora certa para eu saltar ?

Foto: Graça Loureiro, Time is on my side

Gozos Caseiros

Filme: Les Chansons D´Amour, Christophe Honoré, 2007

7.7.08

Alter Ego

Nome: Miss Babe
Idade: 30
Nacionalidade: Entre a cidade e o campo
Estado Civil: Divorciada
Profissão: Andar de carro
Passatempo preferido: Empenhar-se na certeza de não querer pousar a cabeça no colo de um homem nos próximos 100 anos.


Bárbara

Lust Lust Lust

Gosto deste duo.

The Raveonettes

Efemeridades Quotidinanas

Vou às compras aqui em baixo.

My way



And now, the end is near and so
I got to face
The final curtain, girl
Friends I say clear and state her case of which I'm uncertain
I've lived a life that's full of travelled each and every highway
And more, much more than this,
I did it my way
Yeah, regrets, I've had a few
But then again, who feel to me uncertain.
I did what I had to do and saw it through without exemption
I planned each other course, each careful footstep along the byway,
Yeah, and more, much more than this,
I did my way
Yes, there were times, I'm sure you know
When I did all much more than
I could do
But threw it all, when there was doubt, on everyday
And it's not enough, I faced it all
And as big as all did my way.
Oh, I've laughed and cried, had my fill my share of losing
And now, as tears subside, counted also music
To think like the old lad
And may I say not in a sky away,
Oh, no no no, You're not me, I did it my way.
What is a man, what have he got
If not himself, and he had not to may the things
He truly feels not words of one for use
With that shows, I took the blows and did it my way!

Nina Simone

Gosto das segundas feiras trazem-me um outro fôlego, fazem-me acreditar que a vida corre nem que seja mais devagar. Deixo a tristeza de fim de semana.

6.7.08

Mesa de cabeceira X

O Desafio de Aristóteles
Qualquer um pode zangar-se isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida
certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa não é fácil.

ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco in Inteligência Emocional de Daniel Goleman

b.s.o almodóvar

Da rapariga das borboletas brilhantes.
Obrigada papi!

30.6.08

Volto já!


Vou por uns tempos para um outro lugar.
Volto já!

26.6.08

Estória de uma Calhandreira

A calhandreira é uma rapariga (nunca uma mulher!) que fala de moda, mas veste-se mal, imagina que é artista mas não sabe o que é arte. Na maior parte das vezes fala alto, usa decotes ou mini-saias (não conhece outra maneira de se fazer valer), adora uma boa bijuteria de plástico.
A sua vida é feita de noites de copos e marcas de base, e o homem da sua vida é um carro topo de gama. Adora discotecas, qualquer uma. A calhandreira não gosta de música, só ouve aquilo que lhe dizem para ouvir. Tirando estas poucas ambições, a essencial é um dia ter dinheiro, justificando-o com uma carreira que supostamente quer ter.
È desportista no "botar faladura*", é por isso uma praticante do acto de calhandrar, espalhar rumores, bisbilhotar, alcovitar tendo tido sorte até então, e até tendo ganho algumas taças.( Desconfia-se portanto da idade mental e do interior dos indivíduos que as oferecem.)
A Calhandreira fala mal dos amigos, desculpando-os em seguida (para que pensem que até é uma rapariga compreensiva) e adora dizer coisas como: Eu é que sou tua amiga... eu nunca minto...( imagina-se a urgência da pobre beata em dizer estas coisas!) Afasta as pessoas dela e dos outros (espera-se que fique no seu castelo (que já foi bem bonito) sozinha!), mas dorme tranquilamente... adormece embalada por um livro da Margarida Rebelo Pinto ou do namorado o Paulo Coelho. È por isso uma rapariga cheia de cultura!!!
Não sei se tem amigas(os) (já que fala mal de todas(os)). È por isso uma rapariga cheia de valores!!! Tola também, porque pensa que tem muito juízinho.
*expressão gentilmente cedida por uma amiga.
Bárbara

Cozinhar a paz

Ingredientes:
1 chávena de calma
4 ovos cheios de amor
2 chávena de prazer com açúcar
1 colher (sopa) a transbordar amizade
1 pitada de simpatia
Raspa transparente
Preparação:
Amassa-se a calma à temperatura ambiente com as 2 chávenas de prazer com açúcar, quando estiverem bem ligados adiciona-se os ovos cheios de amor um a um e mexe-se com a colher de pau entre cada adição. Peneira-se a colher de sopa a transbordar amizade com o fermento e junta-se ao preparado anterior, por fim, a pitada de simpatia e a raspa transparente. Unta-se uma forma tipo chaminé e polvilha-se com farinha.
Leva-se ao forno a 180º durante a vida inteira se quisermos.
Dificuldade: Muita
Custo: Nenhum
Tempo: O que cada um precisar
Observações:
È uma receita que ajuda a deixar de ter medo do silêncio e da chegada da noite. Quando bem conservado, ajuda-nos a entender que não erramos tanto na vida quanto pensáramos. Adicionando cobertura de chocolate permanece durante mais tempo fresco. Não o precisamos de comer nem no passado, nem no futuro, somente no presente.
Resta ir sempre experimentando para que fique sempre melhor.
Bom apetite!
Bárbara

25.6.08

Impressões de umas horas (poucas) de praia...

Idade média da população passou a ser vinte anos, eu e a minha amiga, seguramente as únicas com a idade a pender para os trinta, só o grupo de solteirões ( os mesmos hà anos) com as suas barrigas grandes e peles envelhecidas das noites de copos eram abrangidos pela mesma idade. O resto das almas (?), todas a trabalhar seguramente.
:S

Bárbara

Devaneios XX



Hoje beijo-me mais uma vez!

Bárbara

Foto: Helmut Newton

Prioridades

...um bom protector solar/ a brisa do mar/ beijos a um bom livro/ a minha companhia /um bikini retro/ uns óculos que me escondem a cara toda/um saco de praia que mais parece um saco de viagem/ a minha alma mais lavada cheia de areia e conchas do mar...
Bárbara

Gozos Caseiros

Filme: As 13 Rosas, Emilio Martinez Lázaro, 2007
Bárbara

24.6.08

A dimensão dramática do amor

Amo de forma clássica, doentia e fora de moda. O meu amor é preto e branco cheio de nuances cinzas.

23.6.08

One evening



Feist

Para nidocas, negrinha e gordinha /Gémeas na felicidade mas, Gémeas na tristeza.
Sei sempre o que é o amor quando olho para os meus avós.

Auto-retratos III

Foto: Bárbara Pedrosa

So Tonight That I Might See

Come up crash with the muses fells dust into ash
Come so close that I might see the light inside me,
I might see
Let me hold you tight and arms tight and arms you lost your chance
Come so close that I might see the crash of light come down on me
With good luck
I'll find the dark, stop me now
Find me to your heart
Let me hold you tight like rain and sunshine on a rainy day
See the lights
Come so close that I might see, see the light come down on me
Searching like the fresh goes by small like wind refuse to die
Free me now so I can see the taste of wind who lock me
Does the wind indeed like me
Does the wind indeed like me
With good luck I find the dark stop me now
Find me to your heart
Let me hold you tight like rain and sunshine on a rainy day
Let me hold you tight and arms tight and arms you lost your chance
Come so close that I might see the crash of light come down on me
The crash of light come down on me
The crash of light come down on me
Let me hold you tight and arms tight and arms you lost your chance
Come so close that I might see the crash of light come down on me
With spin luck I'll find the dark stop me now find me to your heart
The crash of light come down on meSo tonight the crash goes by
Small like wind and refuse to die
The crash of light come down on me
Come so close that I might see, see the light come down on me
I hold you tight like rain
Sunshine on a rainy day
Sunshine on a rainy day

Mazzy Star

Efemeridades Quotidianas

Estado: Só pode ser muito doente quem está no HI5.

Bárbara

22.6.08

Faz-me sorrir outra vez. Enche-me a alma de menina. Terei os sonhos em mim.

Pedido ao homem mais bonito do mundo.
Bárbara

Fugir com homens II

Foto: Louis Garrel

Esconderijo XIV


Estou concentrada em prosseguir o meu caminho, não me distraías porque se não eu afasto-me nestas ruas tão pouco sinalizadas. (alguém me ajuda? precisava de informações!!) não vou mais por ali, não quero viver durante tempos compridos ao contrário, por aqui também não, nesta direcção inversa que me inclina para uma vida retratada num quadro borratado com pouca expressão.
E o desconhecido como se chama? Ajuda-me a encontrar o meu caminho?


Bárbara

21.6.08


Este ano não há férias mas sempre há Verão.

20.6.08

Não me lembro do último fim de semana que saí, nem da última vez que me deu vontade para tal.
:S

Bárbara

Shoe


Bárbara

Primeiro tijolo

Encontrei a casa onde quero viver para sempre, fica no último dia do mês de Janeiro.
Bárbara

Sem título


Fuga para uma depressão anunciada!
Bárbara

18.6.08

Devaneios XIX

kokj geçkjbhvgf

Publicada por Bimba (a gata que encontrou nas moscas o seu parque de diversões e que ao que parece ansiava por fazer um post, não lhe deu título, eu mesma dou).

17.6.08

Sem demasiados complexos...

Há pessoas que não gostam de nós! E pronto!
Bárbara

Sonhos reveladores



Acariciaste as minhas asas e apertaste a minha mão contra a tua, como se fosse um momento que já mais esqueceríamos. Foi então que voei e tu perguntaste se podias vir comigo. Senti a tua respiração a subir-me o corpo enquanto os meus cabelos insistiam em mandar-te mensagens de amor. Fugia tanto, e tu puxavas-me para dentro de ti, como se eu fosse o teu corpo. Pensei que me pedias para ficar contigo, que me desejavas outra vez.

Eu sei ainda muito pouco.

Subo agora as colinas bem altas e as minhas asas às vezes quase que caiem, perdem força para se segurarem. Sou um anjo triste que percorre na solidão dos dias e das noites a proeza amorosa que sonho que me devolves.

Eu sei ainda muito pouco.

Tempos de renovação

Uma nova cara, a mesma alma!
Bárbara

16.6.08

Ambiências


Este blog cheira a cerejas e balança com Alina Simone.
Bárbara

Fugir com homens (I)

Imagem: Marcello Mastroianni
Bárbara

Esconderijo XIII






  • Olho e oriento-me agora pelo sol. Escolhi assim. A paz. Gosto disto. Sou salva por mim mesma. Sou mais só mas sou mais eu. Habitualmente. Sou melhor.














Bárbara
Vincent Van Gogh - Sunflowers

(in) Conveniências do estado febril

Bárbara

(in) Conveniências do estado febril

Ontem fui assaltada por uma enorme surpresa daquelas que nos fazem compreender melhor a poesia. Li de olhos fechados o " Aniversário" de Álvaro de Campos pela voz de Germana Tânger.
Aniversário
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a.olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui - ai, meu Deus!,
o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho... )
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos ...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas - doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . .
Pára, meu coração!
Não penses!
Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! ...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Álvaro de Campos
Bárbara

15.6.08

Alter Ego


Nome: Lady Crying
Idade: Pouca mas a suficiente
Nacionalidade: A cidade sem nome
Estado Civil: Solteira
Profissão: Segurar Lágrimas
Passatempo preferido: Pintar o cabelo de loiro e brincar aos médicos com o Lichtenstein quando já não há mais tinta.

(in) Conveniências do estado febril

O meu quarto transformou-se num carrossel, daqueles que rodam muito.

Deliro e sonho que ainda chamas o meu nome.
Vou dormir, mais!
Bárbara

14.6.08

Devaneios XVIII


Hoje estreava-me no Quickstep se a minha febre baixasse e a gripe me deixasse.

Vou dormir.

Bárbara

12.6.08

"All I Want Is You"/ Barry Louis Polisar



Filme: Juno, Jason Reitman, EUA / Canadá / Hungria, 2007

Bom Filme, Excelente Banda-Sonora.

11.6.08

Acordei a flutuar dentro das águas das minhas emoções.
Bárbara

10.6.08

S.Pedro na Póvoa de Varzim/ Filantrópica

No bairro Sul, com muitas sardinhas, muita música, muito vinho e muitas tricanas/ sem a música dos martelinhos e afins de gente sem interesse! ;)

28 e 29 de Junho.

Cartaz: Iria Cunha

8.6.08

Desejos

Fonte: pedlars

Metamorfose Ambulante

Ah Ah Ah!
Ah Ah Ah!
Ah Ah Ah!...

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo...
Eu quero dizer
Agora o oposto
Do que eu disse antes

Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo...

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu
Nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator...

É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo...

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu
Nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator...

Eu vou desdizer
Aquilo tudo que eu
Lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo...

Do que ter aquela velha, velha
Velha, velha, velha
Opinião formada sobre tudo...

Carlos Seixas

6.6.08

40 horas Non-Stop / Serralves em Festa

7 e 8 de Junho

Não resisto e vou em romaria a Serralves!!!!

Esconderijo XIII

- Sorry!! I`m a lady...
Imagem: Claude Tenot - Blandice`s Room

4.6.08

- Porquê que agora sempre que eu chego a casa estás a chorar?...Não precisas de dizer mais nada.
- Leva-me só lá para fora para eu me conseguir acalmar.
Bárbara

Gozos Caseiros

"Passion", Jean Luc Godard

Cerejas

"Le petit soldadt", Jean Luc Godard


Gozar alguns presentes de aniversário e saborear algumas coisas mais.
Bárbara





Vou ali e já volto



Tropeço nos meus próprios pés. As minhas sabrinas brancas pedem-me para abrandar, não encontro o STOP! Encontrei um amigo, vou ali concretizar o sabor de uma amizade e já volto.

Bárbara

3.6.08

Mesa de Cabeceira IX

Sobre a Fenda/ Doris Lessing


Imagine uma sociedade perdida nos primórdios da história, que remonta ao início da criação e da qual não existem registos senão aqueles passados oralmente ao longo de gerações. Esta comunidade pré-histórica é exclusivamente constituída por mulheres, que não conhecem homens nem deles têm necessidade, e funciona de forma pacifica e harmoniosa, quase idílica. Imagine agora tudo o que poderá implicar para esta tribo o nascimento de uma criatura estranha: um bebé do sexo masculino. Esta é a premissa de que Doris Lessing parte para, numa prosa que evoca um registo encantatório, criar uma narrativa audaciosa que desafia qualquer classificação. O desenvolvimento de duas identidades distintas, feminina e masculina, é o palco para uma reflexão sobre um dos temas que mais inspiram esta autora ao longo da sua carreira: as relações entre ambos os sexos e que afectam toda a nossa vida. (...)


Editorial Presença